domingo, 24 de abril de 2016



(COMENTÁRIO DO LEITOR Gilson Pinheiro ) Vale a pena conferir.
Antes de ler o livro fiz questão de comprá-lo por dois motivos: por ser um amigo que está eternizando sua vida através de um livro, que acho deva ser o nosso companheiro em todos os momentos da vida e segundo, acho que todo trabalho artístico deva ser apoiado, com críticas e avaliações sinceras, sem demagogia.
Gostei muito mais da sua inicialização como autor de livros, porque percebi, neste livro, que vo...
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quarta-feira, 13 de abril de 2016

A Carta Lançamento(OFICIAL)

             
                          PRIMEIRO CAPÍTULO DO LIVRO
                                 
                                            "A CARTA"

Era manhã de terça-feira, por volta das sete horas, quando Júlia recebeu um telefonema. Assim que desligou o telefone ela se aprontou, pegou os documentos e a chave do carro, foi até a garagem do edifício onde mora e saiu. Entre uma curva e outra ficou a se perguntar: “o que será de tão importante ele tem pra falar comigo? Já que estivemos juntos não faz nem dois dias. Será que ele... Bom! Deixa pra lá. É melhor eu saber o que está acontecendo quando o encontrar”.
Após dirigir por pouco mais de vinte minutos, enfim, Júlia chegou à Rua dos Confrades, nº 35, em um bairro nobre do Rio de Janeiro. Tocou a campainha, porém, percebendo que o portão estava entreaberto, e na ausência de alguém para lhe atender
resolveu entrar. Assim, bateu na porta e estranhamente percebeu esta se abrir como se um vento forte soprasse naquele momento. Logo em seguida se deparou com um corpo estendido no chão. Ao ver uma poça de sangue ao redor da cabeça, Júlia entrou em desespero e nem percebeu a arma que se encontrava ao lado do cadáver. Passados alguns minutos, um pouco mais calma, ela pegou o telefone e ligou para a polícia, que logo em seguida apareceu, começando um breve interrogatório. Prontamente Júlia disse, a um dos policiais que se apresentou como detetive Moura, o porquê de sua presença naquele local: - Por volta das sete horas, recebi um telefonema de Fábio pedindo para que eu viesse até a sua casa, pois tinha um assunto muito sério a tratar comigo. E quando cheguei aqui me deparei com esta cena horrível. Detetive Moura seguiu lhe perguntando: - E por acaso a senhora tocou em alguma coisa neste local? - Sim! Quer dizer, não! Bom! A única coisa que fiz foi me abaixar e virar a cabeça dele pra saber de quem se tratava, pois jamais poderia acreditar que fosse o Fábio. E logo em seguida peguei o telefone e liguei pra vocês. O detetive então recolheu a arma do crime e a envolveu em um saco plástico, a fim de levá-la para exames de balística e impressão digital.
Sabendo que a vítima era casada, Moura ligou do seu celular para o hospital onde trabalhava Carla, esposa de Fábio, no intuito de informá-la sobre o fato ocorrido. Porém, recebeu a notícia de que Carla já havia sido liberada do plantão. Então ligou para o seu celular, no entanto, encontrava-se desligado. Já eram nove horas e quinze minutos quando o carro de Carla dobrava a esquina da rua onde mora, e de longe percebeu um movimento estranho. Quando avistou o carro da polícia ficou a se perguntar: - O que estará acontecendo? Qual será o motivo daquele tumulto em meu portão? Por fim Carla chegou, estacionou o carro e, antes de entrar na sala onde estava o corpo de seu marido estendido no chão, Júlia foi ao seu encontro aos prantos e abraçou a amiga que lhe perguntou: - O que está acontecendo aqui? Por que toda essa confusão? Júlia estava sem saber por onde começar a dar a triste notícia para sua amiga que, aos prantos e atordoada, correu até a sala e caiu desfalecida sobre o corpo do marido morto. Detetive Moura olhou para Júlia e perguntou: - Quem é esta mulher
é Carla, esposa da vítima. Os policiais então pegaram Carla e a colocaram no sofá, logo em seguida conseguiram reanimá-la. Os peritos que se encontravam no local terminaram o trabalho e removeram o corpo para o IML. Logo depois, num ambiente um pouco menos sombrio, detetive Moura fez algumas perguntas à esposa da vítima. Após alguns esclarecimentos, seguiu para a delegacia. Porém, antes avisou que as duas logo em breve seriam intimadas para um depoimento mais detalhado. Com a saída do detetive, Carla e Júlia sentaram-se no sofá e conversaram a respeito do assassinato de Fábio. Carla então perguntou: - Como você soube do crime? - Fiquei sabendo assim que cheguei aqui, após ter recebido um telefonema de Fábio. - E você sabe o que ele queria? - Não faço a mínima ideia, só sei que ele me pediu para que viesse o mais rápido possível, pois o assunto era de tamanha urgência. Por ora, cheguei a pensar que ele havia... - Quem poderia ter feito uma coisa dessas com meu marido? Já que ele era uma pessoa tranquila e, pelo que eu saiba, não tinha nenhum inimigo
Júlia então lembrou Carla da hipótese de suicídio. - Como suicídio? Sequer arma ele tinha. - Bom! Isso a polícia vai investigar. Afinal de contas eles levaram a arma e poderão comparar as impressões digitais, os peritos irão dizer se havia vestígios de pólvora em sua mão. No dia seguinte, na hora do enterro de Fábio, Carla encontrou várias pessoas que lhe ofereceram um ombro amigo. Após o enterro, Júlia levou Carla para o seu apartamento. Chegando lá, as duas ainda muito emocionadas, procuraram não tocar mais no assunto. No entanto, Carla não conseguiu disfarçar sua emoção e começou a chorar quando se lembrou do dia em que conheceu Fábio.
Fim da conversa no bate-papo
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conto com a força de todos ,pois dependendo do resultado desse poderei estar lançando o outro que já está terminado.
E como estou lançando de maneira independente, sabe como é, sem apoio cultural e sem patrocínio tudo fica mais complicado.


LEMBRANDO A LETRA DE UMA MÚSICA DAS ANTIGAS.(breve a idéia é gravar)

             MÚSICA: BUMBUM PRA LUA
             AUTOR: SEU MATHIAS


EU NUNCA TIVE A VIDA QUE PEDI A DEUS
EU NÃO NASCI DE BUMBUM PRA LUA
DOS MEUS ANSEIOS SÓ EU SEI E NINGUÉM MAIS
TUDO QUE EU QUERO É SIMPLESMENTE VIVER
TER O DIREITO DE VER O POR DO SOL
IR ADIANTE CONHECER E SER BEM MAIS
DIREITO TUDO MUNDO TEM
DE SER FELIZ
A TODO INSTANTE A TODA HORA
É O QUE EU SEMPRE QUIS